Meu livro “Contos e Outras Histórias” está com as vendas suspensas por tempo INDETERMINADO

Em 2023 publiquei, juntamente com meu livro Curando, Curado, Curar, meu primeiro livro de contos intitulado Contos e Outras Histórias de forma autônoma. Poucos meses depois, suspendi as vendas físicas e digitais do livro a fim de revisar e editar novamente com novas parcerias. Venho esclarecer e destacar que não mantenho nenhum vínculo com parcerias anteriores, deste ou de qualquer outro projeto/publicação semelhante.

Revista The Especialist: A Virada Afetiva na Linguística Aplicada

Já está disponível meu artigo “Emoções e escrita: a escrita como uma ferramenta catártica e transformadora de narrativas pessoais” publicado na revista The Especialist em parceria com meu orientador William Soares dos Santos. Nele analiso um trecho da minha entrevista com Lizzy durante o processo de escrita da minha dissertação de Mestrado. Leia aqui Resumo: Este artigo visa investigar o uso da escrita como uma ferramenta catártica, que possibilita a transformação de narrativas pessoais por meio de sua prática regular. A ressignificação de memórias através de narrativas repetidas desempenha um papel fundamental na construção e reconstrução das identidades individuais e coletivas. A fundamentação teórica deste estudo apoia-se nos estudos narrativos de Labov (1972), Polkinghorne (1988), Mishler (1991; 2002), Järvinen (2004) e Santos (2022), além da teoria do dialogismo, conforme apresentada por Holquist (1990) a partir do Círculo de Bakhtin.As interrelações entre arte, emoções, catarse aristotélica e a criação narrativa advinda da prática escrita são analisadas à luz das teorias de Spinoza (1667; 2009), Vigotsky (2001), Chauí (2002), Smyth & Nazarian (2007) e Faria, Dias & Camargo (2019). Veloso e Busarello (2018) sublinham a importância dos afetos e emoções na pesquisa acadêmica e seu impacto na práxis social, enquanto Knowles, Wearing & Campos (2011) e Smyth & Nazarian (2007) oferecem definições e discutem os efeitos da escrita expressiva. A análise inclui uma entrevista com uma escritora durante o processo de criação de uma obra de ficção, com o objetivo de investigar como a prática escrita contribui para o equilíbrio mental e emocional, bem como para a construção e ressignificação de suas narrativas pessoais. Palavras-chave: Estudos Narrativos; Emoções; Escrita; Catarse; Narrativas Pessoais.

“A Escrita como Ferramenta de (Re)construção de Narrativas Pessoais: Uma análise da construção do Percurso de Escrita de Lizzy e Donna, Escritoras Brasileiras Participantes de um Coletivo Virtual”

©Este trabalho está sob a proteção da Lei de Direitos Autorais n° 9.610, reservado à autora e à instituição a qual este trabalho está vinculado. Em março desse ano completei 10 anos de UFRJ. Desde minha graduação até a finalização do meu mestrado, sempre me senti ouvida, vista, respeitada e até mesmo corrigida de formas que só me fizeram querer estar cada vez mais ali e ter a certeza de que é sim o meu lugar, ao contrário do que sempre ouvi quando caminhava longe de seus portões. Celebro esses 10 anos da melhor forma: com a publicação de uma dissertação que quase não nasceu e, até mesmo pelas dificuldades da jornada, me é tão cara. Que me venham mais 10 anos de UFRJ, com muitos aprendizados e crescimento! Minha dissertação de mestrado está disponível na Base Minerva da UFRJ, com acesso público e gratuito. RESUMO: O presente trabalho explora a prática da escrita como ferramenta de construção de identidade e expressão pessoal, com ênfase no contexto das redes sociais e da pandemia de COVID-19 a partir da análise de duas entrevistas narrativas semiestruturadas com escritoras parcialmente anônimas que conheci em coletivos virtuais e com as quais desenvolvi afinidades devido às experiências que compartilhamos nesses espaços. A pesquisa busca compreender como a prática escrita contribui para a construção e reconstrução da identidade de escritoras, abordando a relação entre narrativas pessoais e autoconhecimento. Os objetivos específicos desta pesquisa consistem em examinar as narrativas das participantes a respeito de seus processos de escrita, investigando de que maneira essas vivências configuram suas identidades enquanto escritoras; explorar a escrita como instrumento de catarse e analisar sua influência no contexto da pandemia de COVID-19, incluindo os impactos do ambiente digital na prática literária, além de discutir a concepção de autoria e suas definições. Minha proximidade crítica sendo escritora, atual amiga das entrevistadas e pesquisadora dialoga com a proposta de uma pesquisa voltada para o campo da Linguística Aplicada Crítica. As considerações finais desta pesquisa evidenciam a possibilidade do uso da escrita para fins distintos da educação formal, destacando seu papel na construção identitária e na expressão individual; além de ressaltar a necessidade dos usuários das redes sociais se responsabilizarem pelo conteúdo que compartilham, especialmente no que diz respeito a autoria dos conteúdos.

31/03

Em 2013 iniciei minha jornada de meditação que se tornou uma prática diária. Em 2017 iniciei meus estudos de Terapias Holísticas através dos Florais de Bach. Fiz atendimentos terapêuticos presenciais e online até 2019, quando entendi que infelizmente a grande maioria das pessoas prefere reclamar e se medicar com pílulas diversas ao invés de partir em uma jornada transformadora de hábitos através do autoconhecimento e, consequentemente, da autocura. Jamais devemos negligenciar os cuidados regulares da medicina alopática, mas nem tudo é sanado por ela. Florais, terapia com cristais, cores, plantas, aromas… são tantos os estudos terapêuticos que fiz e faço que, mesmo trocando o consultório pela sala de aula, digo com segurança que minha jornada como terapeuta é mais intensa no dia a dia do que jamais fora em qualquer atendimento. Colocar em prática, principalmente em si mesmo, tudo que se aprende na teoria não é um trabalho de poucos dias. Na busca por ter cada vez mais clareza sobre nossos caminhos, percebemos que tudo o que nos cerca não passa de meros espelhos para conhecermos cada vez mais a nós mesmos 31 de março – dia do Terapeuta Holístico Conheça meu blog de Terapias e adquira meu livro “Curando, Curado, Curar”

Novidade: “30 Dias 30 Poemas” e “Sobre o Amor”

Agora meus e-books “30 Dias 30 Poemas” (2021) e “Sobre o Amor” (2021) ganharam uma versão física pela UICLAP em formato de bolso para você levar para onde quiser! Adquira o seu exemplar em https://uiclap.bio/barbosacarollina

Lançamento: O Singular do Dual, 2ª edição

Lançado em 2018 de forma independente e fora de circulação desde novembro de 2023, meu primogênito O Singular Do Dual volta para minhas mãos através da Editora Viseu para um lançamento nacional e internacional. Renovado e mais alinhado em si mesmo e com seu propósito, o livro apresenta poemas em inglês e português que convidam o leitor a refletir sobre a multiplicidade humana através da minha visão singular dos detalhes cotidianos. Veja abaixo a lista de lojas onde você pode adquirir o seu exemplar: AmazonBRAmazon USAAmericanasBarnes & Noble (EUA)Wook (Portugal).Google LivrosKoboUmLivroEstante VirtualAppleBRAppleUSAbol.de

AVISO – Leia até o final!

Queridos seguidores, há um ano minha interação no mundo virtual mudou radicalmente por essa razão (clique aqui). Sendo assim, reforço o aviso de que: Independente de qualquer vínculo que eu possa ter tido anteriormente, todo tipo de contato que você receber mencionando meu nome, não fui eu que iniciei. Caso tenha dúvidas, pode entrar em contato comigo diretamente pelo formulário de contato do meu site. At.te. Carollina da Costa Barbosa

1º de maio: sobre o trabalho intelectual

©Texto autoral. Todos os direitos reservados. Apenas um meio para um fim, é como nossa sociedade enxerga o trabalho. Professor é um trabalho reconhecido, revisor é reconhecido no meio em que trabalha, pesquisador é um trabalho invisível se você não estiver num laboratório de jaleco branco e escritor nem é reconhecido como um trabalho de fato. Todo tipo de trabalho é importante e necessário em nossa sociedade, porém neste Primeiro de Maio venho ressaltar a importância do trabalho que não tem apenas um fim monetário, utilitário, na “roda de ratos” da economia. E que, sem ele, nem mesmo os sistemas econômicos existiriam tal qual os conhecemos hoje.O trabalho intelectual abrange uma variedade de atividades que envolvem pensamento crítico, criatividade, pesquisa e análise, além de ser um dos responsáveis pela perpetuação dos conhecimentos de povos e culturas através de professores, filósofos, escritores e artistas, por exemplo.Mesmo na atualidade, com a criatividade sendo cada vez mais comercializada — ou mesmo explorada — em diversos serviços, o impacto social do trabalho intelectual não é necessariamente imediato, porém sua relevância é inegociável.Um feliz dia do trabalho a todos os tipos de trabalhadores!

Celebrando o ano 8 “Sob a força de Saturno”

Refletindo sobre 2024, um ano 8 em que Saturno, ou Cronos, traz sua colheita implacável, me recordo da minha primeira entrevista dada ao jornal O Fluminense. Lá em 2017 eu já sabia da força e poder que esse astro tinha, e sempre me lembro do quão grande é sua importância em meus caminhos…. Leia aqui a entrevista completa

Revisão do livro “Felizes agora e para sempre” de Luana Schrader

É com imenso prazer que fiz parte desse belo trabalho criado pela escritora Luana Schrader! Em “Felizes Agora e Para Sempre” conhecemos Anya e Mikael, dois opostos que inevitavelmente se atraem e abrem espaço para inúmeras histórias (auto)descobertas! Clique aqui e comece a ler!

Resenha (Book Note) para Cambridge University Press

Já está disponível minha primeira publicação acadêmica! É singela, porém muito significativa. Leia minha resenha (book note) do livro “Global perspectives on youth language practices” para a revista internacional de sociolinguística Language in Society.

Crônica: Sororidade em qualquer idade

©Todos os direitos reservados Nem tenho mais dedos para contar a quantidade de adversidades que me aconteceram depois de publicar essa crônica. E a cada adversidade latente, republico-a de novo e de novo incansavelmente. Minha escrita tem novos planos, estradas e voos, mas minhas crônicas sempre terão um espaço especial. Compartilho esta crônica novamente para que você, mulher que se sente só nessa trajetória, compartilhe e confirme suas companhias. Garanto que irá se surpreender, só não sei como. 12/09/2022 Outro dia estava relendo anotações que fiz do livro Sejamos todos feministas, da nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. Nesse livro ela conta que na Nigéria, o mais alto ponto de realização social que uma mulher pode chegar é ter um marido. Há até mesmo uma espécie de ditado popular que diz que é melhor ter um mau marido do que marido nenhum, mesmo esse “mau” podendo significar muitas coisas. Sou brasileira, mulher, escritora, professora, estudante de pós-graduação e quanto mais eu  busco entender o porquê de ainda existir esse tipo de validação social mesmo com as mulheres já se dedicando a outras partes de sua vida,  vejo também que esse tipo de valorização se replica. Não é só na Nigéria que se alimenta a ideia de que conquistar um marido é o suprassumo da vida de uma mulher. Também vejo isso no Brasil, porém, em alguns círculos, de modo mais velado. Sou de uma geração de mulheres que se dizem feministas em alto e bom som, vão a passeatas, compartilham postagens na internet e até têm fotografias de pensadoras penduradas nas paredes do quarto ou da casa, mas na hora de pôr o discurso em prática tudo muda de figura. É fácil fazer correntes de Facebook, WhatsApp e Instagram apoiando aquela famosa X na causa Y, se solidarizar com a realidade da moça A, festejar o sucesso da moça B, mas não é tão simples fazer o mesmo quando essa moça é sua vizinha, sua parente, sua amiga ou colega de trabalho. Uma união que deveria ser do micro para o macro fica apenas no macro, apenas na realidade aparente, pintando figuras e afetos que não se sustentam além dos 15 segundos de um stories. Já ouvi mulheres mais velhas comentarem dessa mesma falta de união entre suas colegas de geração, porém, ao menos no caso delas, é algo mais exposto. É dito na cara, ou melhor, logo se vira a cara. É doído e triste, mas ao menos é honesto. Antes fossem todas assim, diretas e honestas em qualquer idade. Já ouvi que sou “muito focada no que eu faço” em tom de crítica e que estaria tudo bem faltar a uma reunião de amigos se eu fosse em um casamento, mas jamais por motivos de trabalho. Acontece que nenhum dos pouquíssimos e brevíssimos relacionamentos que já tive — e não gostaria de ter nenhum de volta — chega aos pés da paixão que tenho pelo que faço. Veja bem, não sou contra ter uma companhia, de preferência uma que seja boa, mas acredito que fazer disso o centro das realizações de uma mulher já não cabe mais. Talvez alguns séculos atrás, quando ainda éramos vistas como uma propriedade passada de pai para marido e de marido para filhos, mas hoje já temos uma meia dúzia de direitos que nos garante certa autonomia. O curioso é que, de todo peso e cobrança social existente, o que as mulheres podem exercer umas sobre as outras é o mais dolorido. Celebrar as conquistas profissionais de uma mulher tanto quanto celebram as demonstrações de afeto deveria ser algo mais comum em nossa sociedade. Mais do que isso, deveriam celebrar nossa inteireza. Celebrar a mulher que decidiu ser dona de si mesma, que traçou seu próprio caminho, que escolheu não fazer de um alguém a razão da sua vida, mas partilhar a vida que já tem com outro alguém que valha a partilha. Desejo que a sororidade saia da teoria para a prática e que as ideias de tantas pensadoras tome forma sólida em nossa sociedade e deixem de ser só palavras. Desejo que as mulheres possam celebrar cada vez mais a si mesmas e umas às outras. E, leitora, se ninguém ainda te disse isso hoje, saiba: eu celebro você! Originalmente publicada em: https://feminarioconexoes.blogspot.com/2022/09/linguagem-do-batom-vermelho-por.html

Bienal do Rio 2017 – Mesa Redonda Carreira Literária – Escritor Profissional

No mesmo ano em que estive no lançamento do livro Rio para Não Chorar, também participei da Mesa Redonda do grupo Carreira Literária, na qual cada um dos participantes falou um pouco sobre suas experiências como escritor, revisor e/ou redator. Também foi através do projeto Escritor Profissional que publiquei meu primeiro conto, Capuccino, na coletânea da Turma 5. Foi mesmo um evento incrível! Leia aqui meu conto gratuitamente

Bienal do Rio 2017 – Revisão de apoio do livro “Rio para Não Chorar”, de Marcio Sampaio

Revisar o livro da Isabel me fez relembrar do meu primeiríssimo trabalho de revisão literária: minha participação na equipe de revisão de apoio da obra Rio para Não Chorar, do autor Marcio Sampaio. Assim que entrei para a graduação em Letras: Português-Inglês em 2015, comecei a fazer trabalhos freelancers de tradução e revisão de textos diversos. Me candidatei para essa proposta de trabalho de revisão de apoio em 2016, na qual minha tarefa era ler o livro e identificar, como carioca e moradora da cidade do Rio de Janeiro, os locais mencionados na história e relacioná-los com o tempo histórico no qual a narrativa acontece. Fui não só chamada para participar da equipe como também, em 2017, representei o autor na Bienal do Rio no estande da Chiado Editora por precisar estar ausente do evento para o lançamento do seu livro em sua cidade natal. Rio para Não Chorar é um livro que se passa no Rio de Janeiro de 1980-90 com uma história social sensível e tocante do menino Tomaz, desde sua terna infância à idade adulta. Foi uma experiência e tanto! Recordando, não pude deixar de compartilhar essa bela memória por aqui. Adquira aqui o e-book Adquira aqui o livro físico